O que é capital humano nas organizações e como fazer sua gestão

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O que é capital humano nas organizações e como fazer sua gestão

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Atransformação digital modificou não apenas a forma como as empresas precisam se relacionar com seus clientes, mas também o contato com os seus próprios colaboradores. 

Afinal, assim como a sua empresa, a concorrência busca os melhores profissionais disponíveis no mercado e, por isso, é preciso investir tempo e recursos na gestão do capital humano de uma organização.

Mas esqueça a ideia de apenas oferecer alguns benefícios extras e achar que tudo está certo. Os gestores devem administrar a sua equipe todos os dias, assim como ficam de olho nas campanhas deMarketing, por exemplo. É um trabalho constante, que se torna cada vez mais necessário dentro de um cenário de alta competitividade por espaço em seu segmento.

Pensando nisso, preparamos um artigo em nosso blog para explicar um pouco mais sobre a complexidade de gerenciar o capital humano, e como isso é essencial para quem busca resultados positivos a longo prazo. A seguir, vamos abordar os seguintes tópicos:

Que tal, então, entendero que é capital humano, a importância de investir tempo e recursos nesse trabalho e as melhores práticas? Continue a leitura!

O que é capital humano?

Apesar do assunto ser muito comentado, poucos gestores sabem, de fato, o que é capital humano. Em resumo, é o conjunto de hábitos, conhecimentos e outros atributos — profissionais e de personalidade — que interferem na produtividade de um indivíduo no ambiente de trabalho. É dever das organizações investir em ações que contribuam para esse desenvolvimento.

Uma particularidade se destaca quando falamos em capital humano: o trabalho deve ser constante. Não basta investir eventualmente em soluções para a melhoria doclima organizacional, por exemplo. É preciso investir constantemente no desenvolvimento e na satisfação dos seus colaboradores para garantir que eles possam desempenhar suas funções no mais alto nível.

Para isso, é necessário realizar treinamentos, capacitações ou simplesmente oferecer as ferramentas adequadas para a realização das tarefas no dia a dia de trabalho. 

Além disso, para atingir os seus objetivos e metas, as organizações devem realizar um trabalho específico de gestão de capital humano. Entender quem são os seus colaboradores e quais são as ações que podem contribuir com um melhor rendimento.

Quando esse conceito surgiu?

Por mais que as empresas já tivessem algum tipo de preocupação em relação ao ambiente de trabalho e as condições oferecidas aos seus colaboradores, um olhar mais detalhado não era tão comum. A ideia era basicamente oferecer o mínimo para que eles pudessem desempenhar suas respectivas funções e nada mais do que isso.

Após a 2ª Guerra Mundial, o economista norte-americano Theodore Schultz começou a observar as economias que se recuperaram rapidamente e traçou uma comparação com países que ainda passavam por um período de recuperação, como o Reino Unido. Enquanto isso, Alemanha e Japão já começam a deixar os seus passados bélicos para trás e formam uma nova sociedade.

A razão? Alemães e japoneses eram mais saudáveis e altamente educados, o que afetava diretamente aprodutividade de qualquer indivíduo. Essa observação se tornou base para uma série de estudos que resultaram no trabalho intitulado Teoria do Capital Humano, produzido com a ajuda de Gary Becker and Jacob Mincer, o que não foi tão bem visto no período.

Em sua teoria, Schultz defendia o investimento na saúde e no treinamento dos profissionais dentro do ambiente de trabalho. A ideia era conseguir um maior nível de produtividade a partir da educação e do desenvolvimento profissional. Quanto mais os indivíduos trabalhassem essas características, mais oportunidades seriam criadas para todo o mercado.

Por mais que os estudos tenham se iniciado ainda na década de 1950, o trabalho de Schultz é considerado uma referência até hoje. Em um período em que a retenção de talentos e a produtividade se tornam fundamentais, o capital humano ganha cada vez mais espaço no mercado de trabalho. A tendência é que as organizações que não investirem em seus colaboradores fiquem para trás.

Qual a importância dessa prática?

Apesar de muitas empresas falarem externamente que cuidam do capital humano, a realidade é que nem todas conseguem aproveitar as oportunidades que uma gestão eficiente de pessoas pode proporcionar. Para que isso não aconteça com a sua empresa, listamos as principais razões para adotar novas práticas de gestão!

Contratar o talento certo para a equipe

Imagine realizar um processo seletivo para encontrar um novo profissional para a sua equipe, selecionar alguns nomes e, finalmente, finalizar a contratação de um dos candidatos. 

Tempo e recursos foram investidos na busca por um novo colaborador, não é mesmo? Agora já pensou se, apenas dois meses depois, você precisar procurar outro nome para realizar a mesma função?

A alta rotatividade pode ser um problema sério para a produtividade da sua equipe. Investir nocapital humano nas organizações é, portanto, fundamental para realizar um trabalho mais preciso na hora de encontrar novos talentos. 

Com o maior índice de acerto, a sua equipe pode se concentrar mais em atividades estratégicas e no encaixe do novo profissional, não perdendo tempo mudando de colaboradores constantemente.

Impulsionar o desempenho

Quando a sua equipe não precisa ser desmontada regularmente, o desempenho de todos os profissionais tende a crescer. Afinal, os métodos já são conhecidos, as preferências e características de cada profissional também. Além disso, investir no capital humano significa capacitar os profissionais, o que pode impactar diretamente na performance de cada um.

Caso a sua equipe deMarketing Digital precise iniciar um trabalho mais completo deemail marketing, por que não capacitar e realizar treinamentos com quem já está no time? Pagar um curso para ensinar o uso de uma ferramenta específica, por exemplo, ou mesmo ajudá-los a entender como fazer o dia de trabalho render cada vez mais.

Aumentar a produtividade

A capacitação e a melhor convivência entre os profissionais de uma equipe resultam em melhores números. Cabe ao gestor encontrar as formas de fazer com que todos estejam satisfeitos e concentrados em suas funções. 

Quais são as ferramentas necessárias? Qual é o número ideal de profissionais em cada equipe? Tudo isso contribui para uma maior produtividade.

Uma equipe que não está sobrecarregada pode se concentrar apenas em realizar as suas funções com as ferramentas necessárias. Investir em soluções para o dia a dia de trabalho também é uma maneira de otimizar o capital humano da sua organização. Em vez de criar desafios, a empresa direciona cada colaborador a encontrar o seu melhor desempenho em sua respectiva função.

Reter os melhores talentos

Outro desafio muito grande enfrentado pelas empresas é a retenção de talento. Uma organização sem uma cultura estabelecida ou com falhas graves nos processos internos tende a ser esquecida pelos principais nomes do mercado.

A partir do momento que a sua empresa não se torna um local desejado, cada vez menos talentos vão se interessar em trabalhar nela.

Uma empresa que investe em capital humano é vista positivamente pelo mercado. E mais importante, os profissionais passam a se sentir orgulhosos de fazerem parte da companhia e estão sempre dispostos a abrirem as portas para outros talentos. A melhor forma de reter talentos em uma companhia é investindo na capacitação e desenvolvimento dos profissionais que já estão lá.

Como gerenciar o capital humano do seu time?

Mas se é tão importante investir nagestão de capital humano na sua empresa, quais práticas devem ser adotadas? Listamos algumas dicas que podem ser muito úteis para administrar a sua equipe. Confira!

Conhecer o perfil comportamental dos colaboradores

O primeiro passo para fazer uma gestão mais eficiente do capital humano da sua equipe é entender o perfil dos colaboradores. 

Assim como você se aprofunda nas características e comportamentos da suapersona para criar estratégias de Marketing Digital, por que não fazer o mesmo para entender e se comunicar melhor com quem trabalha com você?

A partir dessas características é possível executar uma série de ações que, de fato, funcionam e geram resultados. Afinal, o mais importante é criar um ambiente em que os profissionais se sintam confortáveis. 

Não adianta adotar um método de trabalho se ele não é bem-visto pelos profissionais da empresa. Para ter as respostas mais precisas, o ideal é estudar o perfil da sua equipe.

Praticar o onboarding

A forma como os profissionais são recebidos na empresa também é de extrema importância. Especialmente para aquelas organizações que têm uma cultura muito forte, é preciso facilitar a adaptação de novas contratações. 

O processo deonboarding, portanto, deve ter uma estratégia para reduzir ao máximo os impactos e desafios de uma nova contratação.

Explicar o funcionamento da empresa e dos seus processos, apresentar o profissional para o restante da equipe, enfim, existem inúmeras formas de criar um programa eficiente de onboarding. 

A ideia é fazer com que qualquer diferença que o novo colaborador sinta seja minimizada, permitindo que ele se adapte mais rapidamente ao novo ambiente de trabalho.

Criar uma cultura de feedbacks

Outro tópico importante para investir em capital humano é o desenvolvimento de uma cultura defeedbacks na organização. 

Ou seja, toda a empresa sabe qual é a importância de colocar tempo e atenção na troca de avaliações relevantes sobre o trabalho de cada um. A ideia é criar um ambiente que promova a troca de informações relevantes entre os colaboradores.

Afinal, não são apenas os gestores que devem fornecer feedbacks aos seus comandados, mas o caminho inverso também. O objetivo é que todos estejam prontos para falar e ouvir, sempre em busca de um melhor desempenho. 

Assim, todos os profissionais vão estar dispostos a buscar maneiras de se aprimorar em suas respectivas funções.

Integrar os processos do time

Por mais que cada equipe ou profissional tenha um método específico de trabalho, é fundamental integrar cada um deles. O objetivo é não perder tempo com o retrabalho ou falhas na comunicação entre os colaboradores. 

Utilizar uma mesma ferramenta, como o Trello, para que cada membro do time informe as suas atividades e o progresso de cada uma delas é um exemplo disso.

Imagine se um gestor precisasse verificar profissional por profissional para saber o andamento dos projetos e trabalhos? A ideia é centralizar todas as informações em um único lugar e garantir que ninguém perca tempo. Com a integração, todos ganham em produtividade e desempenho, evitando qualquer tipo de desgaste.

Criar um plano de desenvolvimento individual

Além de olhar para a sua equipe como um grupo, é preciso ter atenção aos detalhes e particularidades de cada profissional. Dentro de um time de Marketing, por exemplo, você pode criar diferentes ações para o desenvolvimento individual. 

Afinal, de que vai adiantar um curso para aperfeiçoamento da gestão dasredes sociais para um profissional que lide com a criação de conteúdo para o blog?

A ideia é ser mais específico e focar nas necessidades mais urgentes de cada profissional. Nada impede que um colaborador adicione novas habilidades e técnicas ao seu repertório de trabalho, mas é preciso saber a real utilidade de cada investimento. Tempo e recursos do seu orçamento vão ser investidos em um curso, por exemplo, o que torna um plano de desenvolvimento individual essencial.

A partir do momento que acultura organizacional da sua companhia é voltada para a valorização do capital humano, os ganhos em todos os setores são os mais diversos. 

O clima de trabalho se torna melhor, a produtividade tende a aumentar, a relação com os seus clientes melhora e, é claro, os resultados a longo prazo são todos potencializados, garantindo o sucesso do seu negócio.

Mas, além de contribuir com o crescimento da sua organização, investir no capital humano é uma maneira muito eficaz de contornar os efeitos de uma crise, por exemplo. Confira outro artigo do nosso blog e entendacomo uma gestão de pessoas eficaz pode reduzir custos durante a crise!



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