O desafio de ser uma empresa future-ready

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O desafio de ser uma empresa future-ready

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Para encerrar o primeiro ano de Frontiers Unlocked, semana passada a MIT Sloan Management Review Brasil transmitiu a quarta edição do seu evento. Online e gratuito, vários nomes foram convidados para discutir o tema “Desafio future ready: toda empresa é uma empresa de tecnologia”.

Estar pronto para o futuro digital foi o pensamento principal da versão virtual do Frontiers, que começou em 2020 como um encontro presencial, mas que teve que ser readaptado mediante a pandemia da covid-19.

Essa rapidez de tomar decisões acertadas em momentos de grandes transformações foi um dos assuntos focados na conversa entre Cesario Nakamura, CEO na Alelo, e Washington Vital, Head de Data Analytics e Digital Transformation na SulAmérica, que aconteceu no terceiro de 6 dias de evento.

Experiência do cliente

Mais do que falar de tecnologia, os dois executivos refletiram sobre o papel do mundo digital na centralidade do cliente, falando sobre estratégia, Marketing e, claro, relacionamento. As duas empresas representadas por Cesario e Washington deixam cada vez mais para trás o mundo analógico que ditou as regras por tanto tempo e fazem isso de olho no consumidor.

Os tíquetes de papel da antiga Visa Vale não são uma realidade há anos e, no caminho da evolução, vieram os cartões magnéticos, depois aqueles com circuitos integrados até que, hoje, os aplicativos próprios e de terceiros.

Todas as mudanças vêm acompanhando o cliente e buscando entender como servir melhor às pessoas que fazem a Alelo ter um propósito. O novo posicionamento de marca da empresa resume bem seu objetivo: inteligência que conecta pessoas a negócios.

No mesmo ritmo, a SulAmérica também atua em seu rebranding, para adotar uma postura de cuidado generalizado e atuar em nas questões de saúde física, mental e financeira do indivíduo. “A tecnologia entra como ferramenta para juntar esses elementos e fazer disso uma proposta de vida para que a gente consiga acompanhar a pessoa em toda sua jornada, seja para ela ou sua família”, comentou Washington Vital.

Entregar o que o consumidor precisa no momento que ele mais necessita é um ganho sem precedentes para a experiência do cliente. Foi por isso que a Alelo acelerou a entrada do cartão refeição e alimentação nos apps de delivery. “Ficou evidente que a gente tinha que deixar o pessoal usar o cartão nos aplicativos”, contou Cesario, explicando que a ideia já estava em pauta e foi priorizada.

Pandemia, cultura e pessoas

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, repensar o relacionamento com os clientes e as tecnologias necessárias para os negócios teve um agravante: o tempo, ou melhor, seu encurtamento. O ato de tomar decisões teve que ser acelerado e isso levantou diversos pontos de atenção para as companhias.

Mudar a mentalidade dos colaboradores para entender o papel central da tecnologia e, ao mesmo tempo, atender às demandas urgentes dos consumidores foramdestaques feitos pelos dois participantes. Tanto a Alelo quanto a SulAmérica têm culturas profissionais muito fortes.

A segunda desenvolve isso há 125 anos e a primeira — com 17 anos de atuação — também entende a importância de cuidar do aspecto cultural. É por isso que a Alelo tem migrado para um reconhecimento coletivo, mais que individual. “Quando o reconhecimento é do time, como um todo, a sensação de realização aumenta”, explica Cesario.

A cultura também é a responsável por elevar a confiança dos colaboradores no digital e manter a autonomia dos profissionais, especialmente dos líderes. Ainda que tecnologias de alto nível sejam uma realidade para as empresas future-ready, para Washington.

“É importante fazer com que os executivos entendam que a análise preditiva não tem todas as respostas”. Isso evita que as decisões sejam totalmente frias e faz com que os responsáveis analisem a quantidade de dados que precisam, sem se afundar em números e correr o risco de sofrer por analysis paralysis.

To do list

Nem todas as empresas estão ativamente trabalhando na transformação digital da forma que precisariam. Pensando nisso, os participantes elencaram alguns pontos a serem cumpridos para aquelas companhias que ainda estão céticas quanto ao desafio de se tornar future-ready.

Para Cesario, da Alelo, a liderança precisa comprar a ideia da transformação digital. “Isso não é modismo, mas sim uma necessidade, é imperativo no negócio”, afirmou. Além disso, a humildade para estar sempre aprendendo é essencial, até mesmo para entender os limites e desafios únicos que a marca pode vir a enfrentar.

Uma de suas dicas mais valiosas foi buscar maneiras de fazer inovação aberta. Combinar esforços próprios com aqueles de parceiros é uma ótima maneira de criar coisas novas e não ser atropelado por outros players que podem vir a surgir no mercado.

Do lado da SulAmérica, Washington chamou atenção para a necessidade de levar a tecnologia para áreas estruturais, já que elas demandam muita atenção dos executivos e facilmente tiram o foco da resolução de problemas do negócio. Em um mundo de ferramentas disponíveis, o Head de Digital Analytics aconselha escolher poucas e boas, caso contrário, gasta-se muito tempo com um leque de plataformas desnecessárias.

Para fortalecer o lado future-ready da sua empresa e saber quais ferramentas você poderia inserir em sua empresa, confira o conjunto de tecnologias de Marketing que a Rock Content utiliza.



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